M̼a̼çã d̼e̼ N̼e̼w̼t̼o̼n̼
As asas tornam-se irreconhecíveis, há um questionamento que não cabe mais na mente, os cavalos estão com pressa, mas engraçado que estão a seguir o caminho da cidade desconhecida, que beleza extraordinária que se avista, palmeiras a serem encantadas pela doce e mágica lua cheia, um rio estrelado envolvido pelas estrelícias que o rejuvenescem e o deixam tão puro como a água da estrela XVII. Como caem silenciosamente as gotas sobre este rio, aqui o silêncio ouve-se e que bela canção, a verdadeira música para os ouvidos de todos nós, tranquiliza e acorda, um pouco agitado mas é cativante. A cada passo que é dado, flores brotam, com cores tão significativas, a pedirem um abraço verdadeiro e sentido, com um senso tão amigável quanto o entusiasmo de um cão pronto para receber aqueles mimos que o preenchem. Nesta cidade a compreensão, a humildade, o colocar-se no lugar do outro é uma característica forte destas almas que vivem tão independentemente mas ao mesmo tempo numa entre ajuda com um rumo estabelecido, não há desculpas, não há evitamentos, não há fugas, há a aceitação das suas angústias e trabalhar em prol delas juntamente com os seres vivos, com as ervas, com as árvores, com os cogumelos, com os espinhos, com os instrumentos rupestres e práticas que fazem os seus corpos dançarem involuntariamente num privilégio concedido aos seus ancestrais e um engrandecimento ao espírito.
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